10 curiosidades sobre a África do Sul

Está pensando em fazer um intercâmbio em um país exótico e simpático? A áfrica do Sul é um país com uma história fascinante, um povo acolhedor, belíssimas paisagens e um baxíssimo custo de vida.
A África do Sul foi colonizada por holandeses e posteriormente pelos ingleses, a língua inglesa se tornou um dos idiomas oficiais do país, sendo o mais falado.
Entre suas características geográficas, as que mais chamam a atenção são o seu relevo, que proporciona belíssimas paisagens, e a sua variação de altitude, que permite diferentes temperaturas e garante um clima tropical como o do Brasil.

Curiosidade 1 – A África do Sul tem 10 prêmios Nobel

Três para Medicina, dois para Literatura, 1 para Química e 4 para Paz – Albert Luthuli, Frederik de Klerk, Nelson Mandela e Desmond Tutu. O curioso é que os dois últimos da lista moraram na mesma rua emJoanesburgo, na Vilakazi Street. Ah, apenas a título de comparação, o Brasil não tem nenhum Prêmio Nobel.

Curiosidade 2 – Os sul-africanos amam carne

Uma outra curiosidade sobre a África do Sul é que os sul-africanos são loucos por carne e o churrasco (que eles chamam de braai) é o evento social número 1. As pessoas fazem churrascos em qualquer lugar, até em pequenos apartamentos. As churrasqueiras também estão presentes nas áreas públicas de lazer, como praias ou nos parques nacionais. É comum encontrar pratos com carnes diferentes, de antílope, avestruz, javali, zebra e crocodilo.
Você acha que essa curiosidade sobre África do Sul também vale para o Brasil? ;)

Curiosidade 3 – Na África do Sul existe uma certa ‘rixa’ entre Rugby e Futebol

Infelizmente essa curiosidades sobre a África do Sul não é nada positiva: seus esportes mais populares são o rugby e o futebol, mas o que todos dizem (e isso pode ser facilmente comprovado dentro dos estádios) é que o rugby é o esporte dos brancos e o futebol, dos negros. Era assim durante o apartheid e, nesse quesito, houve poucas mudanças.

Curiosidade 4 –  As vuvuzelas continuam fazendo barulho na África do Sul

Elas ganharam destaque durante a Copa do Mundo de 2010, mas engana-se quem pensa que a corneta perdeu espaço depois do Mundial. O objeto, considerado um símbolo do país, continua sendo vendido na porta dos estádios e usado normalmente pela população local.

Curiosidade 5 – A África do Sul tem três capitais

Já citamos essa curiosidade sobre a África do Sul em outros posts, mas não custa lembrar: Pretória é a capital administrativa, onde fica o presidente;Cidade do Cabo, a capital legislativa; e Bloemfontein, a capital judiciária. Só não pergunte o motivo.

Curiosidade 6 – Os vinhos locais são excelentes

Esse item não é uma novidade para quem entende do assunto. Mas os leigos provavelmente não sabiam que, após o fim do apartheid (anos 90), a produção de vinhos na África do Sul se desenvolveu e ganhou destaque. A Cidade do Cabo é a porta de entrada para vitivinicultura do país e é nessa região que estão concentradas as principais vinícolas do país. Os vinhos sul-africanos são bem baratos, até em restaurantes!

Curiosidade 7 – A tomada é muito diferente

Esqueça os adaptadores universais – provavelmente, eles não terão utilidade alguma na África do Sul, já que você terá que comprar um específico em algum supermercado do país. As tomadas são bem excêntricas: três bolinhas grandes que formam um triângulo.

Curiosidade 8 – A fruta típica da África do Sul é a marula

Nunca ouviu falar? Engano seu… No Brasil, a conhecemos (indiretamente, talvez) por causa do licor Amarula. Mas na África do Sul a marula é usada para sucos, geleias e licores. Do caroço é fabricado um óleo protetor para a pele e as folhas da árvore são usadas para tratar a má digestão. A fruta é azedinha e rica em vitamina C. Há quem diga que também serve de afrodisíaco.

Curiosidade 9 – As leis de trânsito são parecidas com as brasileiras

Dirigir na África do Sul para nós, brasileiros, não é um problema: as leis são muito parecidas e a sinalização de trânsito também. A nossa CNH é válida como documento para quem quer alugar um carro. O “pequeno detalhe” é a mão inglesa. Sim, não é a Inglaterra, mas é como se fosse: o volante está à direita.

Curiosidade 10 – A venda de bebidas alcoólicas é restrita

A venda de álcool é proibida antes das 9 horas da manhã e depois das 19 horas em supermercados e lojas de bebidas. Por isso, é preciso se programar para adquirir esses produtos, que não são comercializados para menores de 18 anos. É proibido também beber na praia.

                                                                     Nayara Gouveia N 33 


10 CURIOSIDADES SOBRE A ÁFRICA

1. O maior animal terrestre

Curiosidades sobre a África - O elefante é o maior animal terrestre
A África é o lar do maior mamífero terrestre do mundo, o elefante africano. O macho tem em média 3.3 metros de altura até os ombros e chega a pesar 5.5 toneladas, o que o torna, não só o maior mamífero, mas o maior animal terrestre existente no mundo. Infelizmente, 96 elefantes são mortos por dia no continente.

2. Ponte ligando África e Europa

África e Europa estão separados por apenas 13,2 km de distância. Tecnicamente é possível construir uma ponte ligando os dois continentes. E há rumores que engenheiros dos Estados Unidos estão estudando esta possibilidade.

3. Trabalho infantil

40% das crianças entre as idades de 5 e 14 anos estão envolvidas no trabalho infantil. O trabalho nas minas e também a situação das adolescentes como empregadas domésticas são as formas de trabalho infantil mais comuns na África.

4. Busca por água

Em média, as pessoas têm que andar cerca de quatro quilômetros para buscar água. Cada pessoa leva uma quantidade limitada de água por dia para casa. Outro dado importante diz que, apenas 26 países dos 53 existentes no continente africano recebem água potável. No entanto, a água nem sempre é potável, sendo necessário ferver.

5. O animal mais mortífero

O animal mais perigoso na África é o hipopótamo. Ele é o responsável pela maioria das mortes humanas causadas por animais no continente.

6. Cervejas feita de bananas


Em alguns países da África são fabricadas cervejas artesanais a partir da banana. Primeiro ela é “embalada” e depois enterrada. Quando estiver bem madura ela é desenterrada e espremida manualmente, em seguida o suco retirado da banana é colocado em um bau de madeira onde ocorrerá a fermentação.

7. Metade do ouro já extraído


Quase metade do ouro já extraído no Mundo saiu da África do Sul, de um pequeno lugar chamado Witwatersrand. A área de exploração se estende por 280 km, de uma área a outra. As minas podem atingir 3.6 km de profundidade em alguns lugares.

8. Maior taxa de albinismo


A Tanzânia é o país com maior taxa de albinismo no mundo. Infelizmente, as pessoas albinas são frequentemente caçadas e mutiladas. E muitas vezes mortas para terem a pele retirada e vendida por pessoas ligadas a bruxaria.

9. Os melhores corredores


Os corredores mais rápidos do mundo, em sua maioria, vêm de uma tribo no Quênia chamada “Kalenjins”.

10. Mulheres da Tribo Mursi


As mulheres da tribo Mursi, desde pequenas, usam um disco no lóbulo de suas orelhas ou em seu lábio inferior. Cada ano que passa, aumentam o tamanho do disco, até que a deformação seja muito grande. Apesar de parecer loucura, para eles esta atitude é um símbolo de beleza.

                                          Ana Beatriz, n°03  3ºA



A pesquisa cientifica na África está em um momento favorável 

África do Sul ganhou a concorrência para abrigar o maior projeto de ciência do mundo, o Square Kilometre Array














A África tem uma reputação ruim em relação a inovações científicas, mas a África do Sul pretendia mudar a sua imagem quando ganhou a concorrência para abrigar o maior projeto de ciência do mundo, o Square Kilometre Array (SKA).
As antenas parabólicas do SKA se espalharão pela Austrália, Nova Zelândia e mais oito países subsaarianos. Quando completas, em uma década, se tudo der certo, elas podem vir a se tornar a maior fonte de dados do mundo. Isso por sua vez pode estimular os países que fazem parte do projeto a desenvolver habilidades de processamento de dados que os beneficiarão em outras áreas da “big data”.
O projeto está na vanguarda das pesquisas científicas que estão sendo desenvolvidas na África. A assistência médica e a agricultura são as prioridades. Por todo o continente projetos estão em andamento para desenvolver variedades de sementes para resistir ao clima específico da África.
Em Uganda, onde as bananas são abundantes, os cientistas estão usando a modificação genética para incrementar a resistência a doenças. Novas cepas de algodão e arroz também estão sendo desenvolvidas.
O número de estudos científicos produzidos por africanos triplicou na última década, chegando a 55.400 em 2013, de acordo com a ReedElsevier, uma empresa de informação anglo-holandesa. Isso ainda representa apenas 2,4% do total do mundo, mas trata-se de um grande avanço. A qualidade também está aumentando.
A maioria dos países africanos está começando a partir de uma base parca e ainda depende de uma proporção minúscula do PIB para a realização de pesquisas científicas. Mas projetos como o SKA estão atraindo cientistas talentosos que moram em outros países de volta para a África, revertendo décadas de fuga de cérebros.

Fonte: opiniaoenoticia.com.br

Rebeca Girão Lima  N° 36   3°A


Adoção por crianças estrangeiras estão crescendo substancialmente em alguns países. Há uma busca enorme para adotar crianças africanas, principalmente nos países da Etiópia e do Malawi, superando até Russia e China onde reduziram a adoção para os estrangeiros. E isto ocorre pelo fato que nos países desenvolvidos e sub-desenvolvidos como  Estados Unidos e Brasil, o número de crianças com idade até 5 anos esta caindo, e a maioria da procura pelos casais são para adotar bebês.
Para se adotar uma criança da África é preciso de aprovações de documentos, preferência em ser casal um deles com a idade miníma de 25 anos, não tenha antecedente criminal, custo de vida estável, visitas domiciliares e muito mais, pode levar de um à 4 anos para a adoção ser realizada com sucesso.


Como um bom assunto abordado envolve também a corrupção, uma grande falha quando se trata de adoção, pois com intuito de lucros pelas indústrias, a regulação e supervisão não são administradas corretamente, neste caso ocorre o rapto de crianças e coerção sobre os pais. Com todos esses riscos, a Convenção sobre os Direitos das Crianças (CDC) visaram garantir uma adoção legalmente autorizada, pensando não somente nos pais adotivos como no bem estar de qualquer criança.
Outro maior aspectos são as adoções feitas pelas celebridades, onde pode e devem ser feita com mais cautela, as heranças étnicas de uma criança em hipótese alguma, não podem ser desconsideradas ou deixadas de lado, com o convívio de uma vida praticamente "exposta" pela fama dos pais adotivos, devem saber lidar, respeitar e não prejudicarem em sua formação. 


Como visto a adoção mais recente foi feita por Bruno Gagliasso e Giovanna Ewbank, que adotaram a pequena africana Chissomo que veio do Malawi com 2 anos de idade e chamam-a por "Titi".
Este assunto teve uma grande repercussão nas redes sociais e mesmo com tantas críticas ao casal, eles souberam lidar com tranquilidade e maturidade cada comentário para a defesa de suas opiniões e conseguiriam passar o amor que tem desde quando resolveram adotar a garotinha. 


Ariane Rocha, Nº 06 3ªA.


Macaco provoca apagão em todo o território do Quênia


Um macaco causou na terça-feira um blecaute em massa em todo o território do Quênia após cair sobre um transformador na central hidrelétrica mais importante do país, informou nesta quarta-feira a companhia elétrica KenGen. O animal selvagem, muito comum no país africano, subiu no teto da usina de Gitaru, que está situada sobre o rio Tana, cerca de 160 quilômetros ao norte da capital Nairóbi, e caiu sobre um transformador, causando pane no aparelho.
O transformador avariado sobrecarregou outras máquinas da usina, o que provocou uma perda de 180 megawatts de energia que desencadeou “um blecaute em escala nacional” durante quatro horas. “As estações da KenGen estão protegidas por cercas eletrificadas que mantêm os animais selvagens afastados”, afirmou a companhia, que assegurou que se trata de “um incidente isolado” e que está buscando maneiras de melhorar a segurança em suas usinas. A central hidrelétrica de Gitaru é a maior em capacidade instalada e gera um quinto da eletricidade consumida no Quênia, com capacidade máxima de 225 megawatts.

referência: http://veja.abril.com.br/mundo/macaco-provoca-apagao-em-todo-o-territorio-do-quenia/

Erick Inácio da Silva     N° 12


De acordo com o jornal Folha de São Paulo o premiê Shinzo Abe, primeiro-ministro do Japão, prometeu, neste final de semana (27/8), investir US$ 30 bilhões (ou RS$ 98 bilhões)  no continente africano nos próximos três anos durante uma reunião na cúpula Japão-África em Nairóbi, no Quênia. Esta reunião foi considerada história por muitos de seus participantes.

Mais informações disponíveis em: http://folha.com/no1807644

Gabrielle Balceskis nº 14 
(eu juro que escolhi porque era a mais recente, e não porque o Japão estava envolvido)




A família do ex-líder sul-africano Nelson Mandela está furiosa com a utilização de uma gravação do ex-presidente pelo principal partido da oposição na campanha eleitoral para governos locais, marcadas para o mês que vem.
Em uma propaganda de campanha, divulgada pela Aliança Democrática (AD) no Youtube no fim de semana, uma jovem entra em uma cabine de votação enquanto a voz de Mandela é ouvida pedindo por justiça, paz, trabalho e pão. A mulher então faz uma marca na cédula perto da logomarca da AD.
"A AD está fazendo isso beneficiar um partido do qual Mandela não era membro", disse Mandla Mandela, neto do ex-presidente e membro do partido governista Congresso Nacional Africano (CNA) no Parlamento, à emissora ANN7.
O CNA, que teve Mandela como membro de longa data e líder, está no poder desde o fim do apartheid em 1994. Mas o partido enfrenta um duro desafio nas eleições locais desde 3 de agosto.
A AD espera capitalizar em cima da fraca performance econômica e de acusações de corrupção contra o CNA.
Em resposta às críticas da família de Mandela, a AD defendeu o uso das palavras do ex-líder sul-africano. "Este grande homem defendia uma África do Sul não-racial, disse a porta-voz da AD Refiloe Nt’sekhe. "A AD é o único partido capaz de levar a África do Sul para o futuro não-racial de que precisa. Dizer que Mandela não pertence a todos os sul-africanos é atroz."


Henrique Florence Wagner Ciprino  N°18   3°A 




Proposta de 'An African City' é mostrar como vivem as mulheres ricas e fãs de grifes de Gana, país localizado em um continente marcado pela guerra e pela pobreza

Da esquerda para direita: Esosa E, Nana Mensah, MaameYaa Boafo, Marie Humbert e Maame Adjei, as personagens principais de "An African City". 
Da esquerda para direita: Esosa E, Nana Mensah, MaameYaa Boafo, Marie Humbert e Maame Adjei, as personagens principais de "An African City"

É preciso admitir: "An African City", a mais recente série de Gana lançada na web sobre cinco jovens mulheres que procuram pelo seu amor na cidade de Accra, é uma versão mais ousada do seriado americano "Sex and The City". Em cena, há sandálias de tiras, vestidos que roubam a cena feitos pelos fântis - povo que vive na região sul da Gana -, e um bando de homens que passeiam pelas camas de Nana Yaa, Makena, Zainab e Sabe. Quase todas as mulheres do seriado africano são tão livres e liberais em relação ao sexo quanto as de "Sex and the City". Com exceção de Ngozi - que represente a recatada Charlotte, do programa americano.

As mulheres se encaixam perfeitamente nos tipos de Carrie e Miranda da versão americana. Personagem principal da série, Nana Yaa é uma jornalista de rádio que passa por dúvidas existenciais sobre relacionamentos amorosos ao longo de toda a história.  Zainab e Makena desempenham um papel semelhante ao de Miranda - independentes e donas de seus próprios negócios. Ngozi é a carola que trabalha em uma ONG e que sempre torce o nariz quando o assunto é homem. E Sade seria a Samantha, de Sex and the City, que é a que deixa camisinha suja dentro da bolsa de grife comprada pelo seu namorado rico e casado. Todas elas gastam a maior parte do tempo bebendo drinques nos restaurantes enquanto falam de homens que esperam que um dia elas larguem o emprego para ficar cuidando da casa.

A ideia da criadora do show, Nicole Amarteifio, é mostrar um lado invisível da cultura de Gana, localizada em um continente marcado apenas pela guerra e pela pobreza. No seriado, não há nada disso. Em vez disso, "An African City" mostra a vida de mulheres abastadas da África. Makena é uma advogada formada em Oxford, e Sade, em Harvard. Já Zainab pertence à elite do império karité e o pai de Nana Yaaa é  ministro de Energia do País. Por meio dessas cinco personagens, o seriado tenta explorar como uma jovem "ocidentalizada" se adequa à realidade de seu País de origem.

Essas cinco mulheres são "repatriadas" depois que deixaram Gana para passar uma temporada no ocidente. Em seguida, voltam para a casa com a chamada "síndrome do salvador repatriado". Muitas críticas têm sido feitas ao seriado pela distância que ele mantém da realidade de Gana, que ainda sequer tem placas nas ruas ou motoristas particulares. O estilo de vida retratado pelo "An African City" é o vivido por pouquíssima gente em Gana: apenas 1% da população.

Apesar disso, o que tem chamado a atenção da série é sua capacidade de transformar a situação que vivem as mulheres do mundo todo em uma crítica incisiva sobre a as culturas ocidentais e africanas. Trazer uma advogada de Washington para conhecer a família na África revela, por exemplo, a divisão existente entre os negros americanos e africanos.

"É definitivamente a geração da minha mãe que vêm até mim dizer: ' Bom trabalho , bom trabalho'" , diz Nicole Amarteifio. "E eu estou assumindo que é porque gostam do fato de que são cinco mulheres jovens falando tão livremente sobre sexo. Há algo tão libertador sobre nessas cinco mulheres...”

A própria criadora da série é uma repatriada, assim como outros membros do elenco. Nicole Amarteifio voltou para Gana depois de fazer pós-graduação em Georgetown. Ao voltar, ela conseguiu um emprego no governo, apesar de não gostar muito dele. Depois, se apaixonou, terminou o namoro e se afundou nas temporadas de "Sex and the City". Ela disse ter se enxergado no seriado, com suas amigas nos EUA. “Aquelas mulheres me pareciam muito familiares”, afirma Nicole.


An African City deve estar disponível no Netflix em breve.

http://emais.estadao.com.br/noticias/moda-beleza,netflix-deve-lancar-versao-africana-de-sex-and-the-city,10000069928

Maria Luiza Cardoso




BBC
A filha da viúva de Nelson Mandela falou pela primeira vez sobre como perdeu a visão de um dos olhos após ser agredida pelo ex-namorado.

O caso ocorreu em outubro deste ano na capital de Moçambique, Maputo.

Em entrevista à BBC, Josina Machel afirmou ter sido agredida com dois socos após dizer a seu ex-namorado que pretendia ir à casa da mãe, que comemorava 70 anos naquele dia.

"Disse a ele que queria ir à casa da minha mãe e não ao lugar que ele queria que eu fosse. Ele começou a me acusar de querer voltar (para a casa da minha mãe) e ficou muito nervoso. De repente, levei um soco na cara. E logo depois veio o segundo", relembra.

"Fiquei chocada pois nunca havia sido agredida antes. O segundo soco me cegou imediatamente porque saiu muito sangue", acrescenta.

Josina relembra que a agressão aconteceu dentro do carro do ex-namorado. Ela falou que abriu a porta do veículo e fugiu para "sobreviver".

"Após os dois socos, ele me agrediu novamente. E eu decidi sair do carro. Pensei comigo mesma que se continuasse ali perderia a minha vida porque tudo foi muito violento", diz ela.

"Não tinha sapatos, saí correndo e só pedia ajuda. Mas ninguém me ajudou".

"Infelizmente, o presente para a minha mãe foi um olho cego", acrescenta.

Por causa do processo que corre na Justiça, Josina afirmou não poder revelar o nome do agressor, mas afirmou que ele é conhecido e tem conexões políticas.

(AP)Josina é filha de Graça Machel, viúva de Nelson Mandela

Questionada sobre como foi agredida mesmo sendo filha do ex-presidente de Moçambique, Samora Machel, e enteada do ex-presidente da África do Sul, Nelson Mandela, Josina diz que a violência doméstica pode acontecer "com todo mundo".

"A violência doméstica pode acontecer com todo mundo. Acontece com mulheres de diferentes raças, de diferentes níveis educacionais, de diferentes classes sociais. Olhe para mim. Eu perdi um olho. Há tantas outras que perdem a vida. Pelo menos eu pude contar a minha história", afirma.

Segundo um relatório de 2013, os países africanos concentram os maiores níveis de violência de gênero do mundo, com 45.6% das mulheres vítimas de violência física ou sexual, comparada com 35% no mundo.

Notícia publicada em 01 dez 2016.

http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/12/151201_violencia_domestica_enteada_mandela_entrevista_bbc_100w

Maria Luiza Cardoso, número 31



Crianças burundinesas em campo de refugiados em Ruanda - abril de 2015



Crianças burundinesas em campo de refugiados em Ruanda - abril de 2015 (Edmund Kagire/Associated Press/VEJA)

O governo de Ruanda anunciou nesta sexta-feira que realocará em outros países os cerca de 75.000 refugiados burundineses que chegaram ao país para fugir da onda de violência que o Burundi vive desde a reeleição fraudulenta de seu presidente, Pierre Nkurunziza.

Segundo justificou a ministra ruandesa de Relações Exteriores, Louise Mushikiwabo, os “interesses políticos” que foram criados em torno dos refugiados burundineses “são inaceitáveis”. O governo de Ruanda foi reiteradamente acusado de treinar os refugiados burundineses para que tirassem Nkurunziza do poder.

A ministra, que ressaltou a inconveniência de receber refugiados de um país com o qual compartilha fronteira, trabalhará “estreitamente” com seus “parceiros internacionais” para tirá-los dos campos que ocupam em diferentes cidades de Ruanda.

Burundi está imerso em uma grave crise que explodiu em abril do ano passado quando seu presidente anunciou que concorreria pela terceira vez às eleições, o que é proibido pela Constituição e viola os acordos que acabaram com uma longa guerra civil em 2005.

Nkurunziza foi reeleito em julho, em pleito que a comunidade internacional considera fraudulentos, o que não impediu que o presidente se mantivesse em seu cargo.


Segundo a ONU, além das mais de 400 pessoas que foram assassinadas durante esta crise política, 237.000 tiveram que fugir do país.

Notícia publicada em 12 fev 2016.

http://veja.abril.com.br/mundo/ruanda-planeja-expulsar-75-000-refugiados-burundineses/

Maria Luiza Cardoso




A condenação do ex-presidente chadiano Hissène Habré representa um marco na defesa dos direitos humanos

A condenação à prisão perpétua do ex-presidente do Chade Hissène Habré, culpado de tortura, estupro, tratamento desumano, escravidão forçada e execução sumária durante seu mandato, de 1982 a 1990, representa um marco sem precedentes na luta do continente africano em defesa dos direitos humanos.

Não se trata apenas da condenação em si – mais do que justificada, apesar de tardar 26 anos –, e sim de ter sido emitida por um tribunal especial africano, aplicando pela primeira vez o conceito de justiça universal. A mera existência desse tribunal é uma mensagem inequívoca aos ditadores do continente de que cedo ou tarde seus crimes não ficarão impunes.

A lista de atrocidades de Habré é longuíssima. Segundo a Comissão da Verdade do Chade, mais de 40.000 pessoas morreram assassinadas, e outras dezenas de milhares foram torturadas durante o seu regime. Habré empregou a sua polícia política como ferramenta para impor o terror sobre a população. Quando foi derrubado em um golpe de Estado, em 1990, deixou o seu país e se refugiou no Senegal. Procurado por crimes de guerra, depois de um longo processo de extradição deveria ser entregue ao Tribunal Penal Internacional. Mas a União Africana pediu às autoridades do Senegal que julgassem Habré em seu próprio território, em nome de toda a África. Assim, o país onde o acusado se encontrava instituiu um Tribunal Extraordinário africano que julgou o caso seguindo escrupulosamente o devido processo. O ex-presidente, por sinal, foi absolvido da acusação de crimes de guerra, mas a gravidade das demais acusações não o poupou da prisão perpétua, sentença da qual pode recorrer.


Não é, portanto, um mero ato simbólico. É um passo crucial na adoção de um sistema africano que persiga e julgue esses crimes. Uma excelente notícia.

http://brasil.elpais.com/brasil/2016/05/31/opinion/1464714115_128790.html

Maria Luiza Cardoso, número 31


José Eduardo dos Santos, presidente de Angola


O presidente de Angola, José Eduardo dos Santos, anunciou nesta sexta-feira em Luanda que deixará “a atividade política ativa” em 2018, quando terá completado 39 anos no poder. O político do Movimento Popular de Libertação de Angola (MPLA), que ajudou o país a conquistar sua independência, em 1975, fez o anúncio durante a inauguração da 11ª reunião do Comitê Central do partido governante, que realizará seu próximo congresso ordinário em agosto.
Santos, que não revelou as razões pelas quais deixará a chefia do Estado, pediu uma “luta firme contra a má gestão” e uma mobilização para alcançar os objetivos comuns para o crescimento do país. O presidente, de 73 anos, governa Angola desde 1979 e foi amplamente criticado pelos abusos dos direitos humanos cometidos sobre ativistas e opositores políticos. Angola é o segundo maior produtor de petróleo da África, mas a metade da população vive com menos de 8 reais por dia.
Notícia publicada em 11 mar 2016.
http://veja.abril.com.br/mundo/ha-mais-de-35-anos-no-poder-presidente-angolano-anuncia-que-saira-mas-so-em-2018/
Maria Luiza Cardoso, número 31.


Feyisa Lilesa foi um dos grandes destaques nos Jogos Olímpicos. O etíope conquistou a medalha de prata na maratona e aproveitou a ocasião para uma ação de protesto contra o governo do seu país.
Lilesa admitiu após a corrida que o seu gesto lhe podia custar a vida no regresso à Etiópia. Apesar do governo garantir que será bem-vindo, Lilesa prefere não correr riscos e já manifestou vontade de não regressar.
O atleta é proveniente da região da Oromia, que acusa o governo etíope de lhe roubar terras para expandir a capital, Adis Abeba.
De acordo com a Human Rights Watch, já morreram mais de 400 pessoas desde novembro em protestos.
http://pt.euronews.com/2016/08/23/feyisa-lilesa-tem-medo-de-regressar-a-etiopia
Maria Luiza Cardoso, número 31.


                                                     "SURTO OLÍMPICO"

Foi realizado este ano as Olimpíadas Rio 2016 e para você que vibrou e se emocionou com a disputa de 42 modalidades nesses 19 dias de competição,  com 306 provas que valem medalhas sendo 136 femininas, 161 masculinas e nove mistas, os (as) atletas do continente Africano devem ter ganhado um espaço no seu coração...
A África do Sul tem história nos Jogos Olímpicos. O país disputou a competição de forma ininterrupta de 1904 até 1960. Com o estabelecimento de um regime racista no país, o apartheid, os sul-africanos foram banidos oficialmente da Olimpíada até 1992, quando competiram por uma bandeira independente.

Desde então, os sul-africanos alternam bons e maus desempenhos nos Jogos. Em Londres, três ouros, duas pratas e um bronze. No Rio...

Leia mais em:http://www.surtoolimpico.com.br/2016/01/parada-das-nacoes-africa-do-sul.html
Saiba mais em:http://www.quadrodemedalhas.com/olimpiadas/africa-do-sul-jogos-olimpicos.htm

Bora conhecer outros atletas Africanos além dos que já ouvimos falar e suas medalhas conquistadas?

http://www.bestswim.com.br/2010/06/26/lista-dos-africanos-medalhistas-12824/
   
Ketlen Vitória Dos Santos Nº25



A África é um continente de grande diversidade cultural que se vê fortemente ligada à cultura brasileira. Os africanos prezam muito a moral e acreditam até que esta é bem semelhante à religião. Acreditam também que o homem precisa respeitar a natureza, a vida e os outros homens para que não sejam punidos pelos espíritos com secas, enchentes, doenças, pestes, morte etc. Não utilizavam textos e nem imagens para se basearem, mas fazem seus ritos a partir do conhecimento repassado através de gerações antigas.
Seus ritos são realizados em locais determinados com orações comunitárias, danças e cantos que podem ser divididos em: momentos importantes da vida, integração dos seres vivos e para a passagem da vida para a morte.
Sua influência na formação do povo brasileiro é vista até os dias atuais. Apesar do primeiro contato africano com os brasileiros não ter sido satisfatório, esses transmitiram vários costumes como:
- A capoeira, que foi criada logo após a chegada ao Brasil na época da escravização como luta defensiva, já que não tinham acesso a armas de fogo;
- O candomblé, que também marca sua presença no Brasil, principalmente no território baiano onde os escravos antigamente eram desembarcados;
- A culinária recebeu grandes novidades africanas, como o leite de coco, óleo de palmeira, azeite de dendê.
                                http://brasilescola.uol.com.br/cultura/cultura-africana.htm
                                                               Isabella Carelli nº22


Turistas que estavam na reserva de Mabalingwe, na África do Sul, foram surpreendidos durante a manhã por uma manada de elefantes, que aproveitou a água da piscina da casa para matar a sede. 
Segundo o autor do vídeo, a região enfrenta uma grave seca e muitos dos locais em que havia água secaram. No dia, de acordo com ele, a temperatura estava 41 º C à sombra.
Assista o vídeo: http://g1.globo.com/planeta-bizarro/noticia/manada-de-elefantes-usa-piscina-para-matar-a-sede-na-africa-do-sul.ghtml

Verônica Vieira nº39


"Temos que investir no esporte porque ele pode mudar o nosso país", diz atleta da Guiné-Bissau.



http://www.pordentrodaafrica.com/esporte/temos-que-investir-no-esporte-porque-ele-pode-mudar-o-nosso-pais-disse-atleta-da-guine-bissau


África em crônica: "Quem enxerga além dos muros da favela?" 

http://www.pordentrodaafrica.com/noticias/africa-em-cronica-quem-enxerga-alem-dos-muros-da-favela


Postei os links do site pois não consigo copiar as notícias.
O blog "Por dentro da África" tem várias notícias legais e atualizadas mas não são disponíveis para copiar.


Natalie Parazzi Fabrício, 32.